Hotel review: conforto e serviço de qualidade no Shangri-La, em Toronto

IMG_1009Já faz algum tempo, mas minha estadia em Toronto, no Canadá foi memorável – não apenas pelas atrações da cidade mas também pela hospedagem. Foram 3 noites no hotel 5 estrelas Shangri-la, com muito conforto e bom atendimento. Portanto fica aqui a dica para quem estiver buscando por uma acamodação mais especial.

O lobby é aconchegante e, nos dias de inverno, uma lareira elétrica modernosa aquece os hóspedes e visitantes. Ainda bem porque, embora o inverno já estivesse no fim, estava nevando lá fora e o termômetro mostrava -2°C. Dependendo do horário, o lobby conta também com musiquinha relax ao vivo embalada por um piano de cauda, que ajuda a dar mais charme ao local.

Ainda neste mesmo andar está o restaurante Bosk, que citei neste outro post. O espaço é refinado e tem chefs de renome. O café da manhã é delicioso (melhor iogurte com granola e melhor porridge que já provei), mas o serviço era um pouco lento.

Nos andares acima encontram-se os quartos. Bem equipados e confortáveis, eles fazem juz às cinco estrelas do hotel. Fiquei em um apartamento espaçoso com quarto, sala e banheiro. Todos os quartos possuem um iPad e TV LCD com 117 cm, máquina de café Nespresso e mini-bar, além de um kit com diversos cabos e tomadas para não ter problema pra se conectar. No banheiro tem tanto uma banheira quanto um box pra banho, com amenidades da L’Occitane. No meu quarto tinha uma Tv até no banheiro, acoplada ao espelho.

No quinto andar estão a academia, com esteiras voltadas para a vista sobre a cidade, e o Spa Miraj Hammam é Caudalie (especialista em vinoterapia).

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Localização: Central. A cerca de 3km do bairrohistórico das destilarias e a 1km da CN Tower.

Pontos positivos: Comodidade, serviço e localização.

Pontos negativos: Siceramente, não consegui encontrar nenhum ponto negativo.

Atendimento: Ótimo. Staff simpático e prestativo. Com exceção do serviço do restaurante que era um pouco lento.

Check-in: A partir das 15h

Check-out: Até 12h

Wi-fi: Gratuito

Conheça Petros, o pelicano-celebridade de Mykonos

Ele caminha lentamente e com pose de dono da cidade, quase que desfilando em meio a roda de turistas que se empurram para tirar uma foto enquanto ele passa. Este é o pelicano Petros. Batizado assim pelos locais, ele provavelmente não aparecerá nos principais guias turísticos, mas é certamente uma atração e tanto para os visitantes.

Petros vive nas ruas de Mykonos há vários anos. Não se sabe ao certo sua idade, mas o curioso é que este tipo de pássaro não é comum nas ilhas gregas. Reza a lenda que o pelicano foi encontrado ferido e recebeu cuidados de alguns pescadores da ilha após uma tempestade. Desde então vive por lá tranquilamente e virou o mascote da cidade.

Eu não sabia da existência de Petros até conversar com um casal que conhecemos em Santorini e que estava vindo de Mykonos. Fiquei curiosíssima para ver o tal Petros passar e perguntei onde poderíamos vê-lo. Mas a questão é: não dá para saber. É pura sorte. Aparentemente ele passa quase todos os dias nas ruas do centrinho de Chora, a capital da ilha.

Quando chegamos em Mykonos, acabei me esquecendo do Petros e provavelmente me lembraria e teria ficado chateada de não tê-lo visto só quando já tivesse voltado para casa. Mas eis que no nosso último dia, eu e meu marido decidimos nos sentar nas mesas de fora de um restaurante para tomar um café. Poucos minutos depois o Alex me chamou a atenção para algo que vinha vindo logo atrás de mim. Lá estava ele, caminhando em nossa direção tranquila e lentamente. Alguns resolvem passar a mão e outros observam e tiram fotos. Eu mesma não sabia bem o que fazer, se observava, se gravava um vídeo ou tirava fotos.

Fiquei impressionada com o tamanho dele (bate quase na minha cintura) e com a cor das penas que formam um rosa perolado lindíssimo. Petros é mesmo uma atração à parte. Por isso, se estiver em Mykonos fique de olho quando estiver caminhando pelas ruelas de Chora, ele pode aparecer a qualquer momento. Boa sorte! 🙂

Pepper: comida grega boa e barata no centro de Mykonos

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Apesar de bastante turística, Mykonos não é uma cidade cara. É possível encontrar boas opções de restaurantes por preços aceitáveis, ou seja, comer bem sem gastar quantias exorbitantes.

Além disso, se quiser algo rápido e barato, em cada esquina há um lugar para comer o tradicional souvlaki – o original “churrasquinho grego” que, diga-se de passagem, é muito melhor e não tem nada a ver com o que conhecemos no Brasil.

Mas nem todos os lugares são tão bons quanto esse que descobrimos graças a uma dica de um casal brasileiro que conhecemos durante a viagem. O Pepper é um lugar pequeninho localizado bem no coração de Chora, a capital de Mykonos, onde você verá as casas branquinhas de portas coloridas. Há mesinhas do lado de fora para se sentar e observar o movimento.

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O souvlaki é um tipo de fast-food grego que leva pedaços de carne de porco, boi ou frango, servidos em espetinhos, no prato, ou num sanduíche feito com pão pita (neste caso, o souvlaki é um pita gyros).

Há diferentes tipo de souvlaki. A diferença é mesmo a forma como eles são servidos. No final das contas é um pouco confuso, já que qualquer lanche parece receber essa mesma nomenclatura. Mas o importante é escolher como você deseja que seu souvlaki seja servido e não tenha dúvidas, qualquer um deles é uma delícia!

O acompanhemento ou recheio consiste basicamente em batatas-fritas, tomates e cebolas fatiadas, além de um molho de iogurte para dar um sabor especial.

Gostamos tanto que fomos no Pepper duas vezes.Pedi a “Greek sausage”, que custa € 8,50 e ainda inclui o prato extra com batata-frita e pão pita. O Alex pediu o “Home made stuffed with feta”, por € 9,50. Preços super justos, pratos bem servidos e saborosos.

Serviço:

Pepper

Endereço: Kouzi Georgouli 18 Barkia, Mykonos, Kikladhes

Tel.: +30 2289 027019

https://www.facebook.com/Peppermykonos

Grécia: roteiro de 10 dias em Atenas, Santorini e Mykonos

Lua de mel na Grécia pode até soar clichê, mas, como costumo dizer, todo clichê tem sua razão de ser, é ou não é? As Ilhas Gregas (com destaque para Santorini), inspiram romantismo e são mesmo o destino ideal para a ocasião. Por isso abracei sem vergonha alguma o “clichêzismo” e não pensei duas vezes antes de comprar as passagens.

Foram, ao todo, 10 dias passeando por Atenas, Santorini e Mykonos. Tempo suficiente para curtir bastante as atrações e fugir um pouco do frio irlandês (verão aqui é coisa rara!). Então aí vai um resumo do nosso roteiro para ajudar não só pombinhos recém-casados, mas também amigos ou famílias que pretendem embarcar para esse pedaço do paraíso (sem exageros!).

Atenas

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Nossa estadia na capital da Grécia foi curta – apenas 1 dia – mas nem por isso menos especial. Atenas é uma metrópole interessante. Me pareceu um mix de São Paulo e Rio de Janeiro, mas com suas próprias especificidades, claro. Não é muito tão charmosa quanto as ilhas no entorno, mas tem, sim, seu charme. E só de presenciar a riqueza de sua história e cultura já vale a visita.

O principal tesouro dessa herança histórica é, sem dúvida, a Acrópole – que significa Cidade Alta – e é o local onde se encontra o Parthenon, o templo dedicado à deusa Atena. O plano era partir para lá logo cedo e ver o restante da cidade no tempo que sobrasse. A entrada normal custa 12 euros e estudantes pagam 6.

Descobrimos que uma manhã é suficiente para ver toda a Acrópole e então aproveitamos a tarde para andar pelas ruas de Plaka, o bairro mais agitado e turístico de Atenas. Quem tiver mais tempo pode ainda incluir no roteiro o Museu da Acrópole (que fica fora da Acrópole, mas bem perto) e o Templo de Zeus Olímpico.

Como chegar: Fomos de Dublin (Irlanda) para Atenas através da companhia irlandesa Aer Lingus. Há voos em datas em específicas, ou seja, não tão flexíveis. Além disso, os voos para lá acontecem apenas no período de maio à setembro. Partindo do Brasil há voos pela KLM, Alitalia, Air France, Delta e Lufthansa o ano todo.

Quantos dias ficar: Passamos apenas um dia na capital já que o foco era conhecer melhor as ilhas gregas. Um dia é suficiente para ver a Acrópole e ainda conhecer um pouco a cidade. Mas se quiser ver as demais atrações recomendo ficar pelo menos três dias.

Principais atrações: Acrópole (Parthenon), bairro de Plaka, Museu da Acrópole, Templo de Zeus Olímpico.

Onde ficar: Nos hospedamos na região central, bem próximo à estação da Acrópole.  Recomendo ficar no próprio bairro de Plaka ou nas redondezas, pois é lá mesmo onde estão as principais atrações da cidade e é possível fazer tudo a pé.

Hotel: Athens Status Suites – http://www.athenstatus.com/

Apesar da decoração meio extravagante à la “hotel da Barbie” (você entenderá se entrar na página do hotel), o estabelecimento oferece bom preço e boa localização. Como se tratava apenas de uma noite, não demos muita atenção à decoração e sim ao conforto, já que precisávamos apenas de uma cama pra dormir. O hotel tinha sido inaugurado recentemente e o custo-benefício valeu a pena.

Santorini

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Santorini é o “place to be” para qualquer casal que busca romantismo e paisagens exuberantes. Andar pelas ruelas cheias de casinhas brancas e acordar com a vista exuberante do mar mediterrâneo parece um sonho. Mas para acordar com esse luxo todo é preciso estar no topo da falésia chamada Caldera, ou seja, é preciso estar na vila de Oía (pronuncia-se Ía), a mais famosa da cidade e também a mais cara bonita. Mas se o intuito da viagem é lua de mel, não pense duas vezes, Oía é o lugar.

Se o intuito é uma viagem familiar ou entre amigos, há soluções mais econômicas e também bacanas como a vila de Thira (ou Fira), que é a capital da ilha e há também Kamari, para quem quer ficar mais próximo da praia.

Mas logo adianto: não espere encontrar praias paradisíacas em Santorini. A maioria é formada por uma areia escura e grossa ou por pedrinhas. O mar também não é aquele mar cristalino que muitos imaginam. O charme de Santorini está mesmo no visual da cidade, nas ruas e construções. Mas dá, sim, para e nada e aproveitar bastante! E nem por isso, em hipótese alguma, deixe de conhecer Santorini, porque o conjunto todo da obra é deslumbrante e inesquecível.

Como chegar: Via Aegean Airlines, uma companhia aérea grega que oferece voos de Atenas e entre a maioria das ilhas. Há passagens em torno de 80 euros. Uma outra opção é ir de barco, mas a distância entre Atenas e Santorini não é lá tão curta e leva em torno de 5 horas. De avião a viagem dura cera de 1 hora.

Quantos dias ficar: Três dias e meio foi o tempo que ficamos e foram suficientes para conhecer tudo o que queríamos com calma. Mas gostaria de ter ficado mais para curtir mais o mar e a piscina, por exemplo. Cinco dias é o ideal para conseguir ver tudo sem correria.

Principais atrações: Ruas de Oía, Por do sol em Oía, Thira, Praia Branca, Praia Vermelha, Praia de Kamari, Passeio de barco (passeio pelo vulcão e pela hot springs). Para os amantes dos vinhos, há ainda pesseios pelas vinícolas de Santorini.

Onde ficar: Nos hospedamos na vila de Oía, na Caldera, a mais famosa e bonita de Santorini. É lá onde todos os turistas da ilha se juntam para vez o famosíssimo por do sol.

Hotel: Nostos Apartments – http://nostosapts.gr/

Mykonos

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Mykonos é conhecida por seu agito e por atrair principalmente o público gay. Mas também há muito espaço para famílias e casais que querem relaxar. As praias de Mykonos são mais bonitas do que as de Santorini e por isso vale a esticadinha até lá. Minhas preferidas foram Super Paradise e Psarou, onde as águas são cristalinas e o mar é calminho. Ambas são bem famosas e, portanto, costumam ficar cheias, mas como fomos em maio o movimento ainda estava bem tranquilo e aproveitamos bastante.

Nos meses de junho, julho e agosto é que a badalação começa de verdade. Se você não está querendo muita festa não aconselho ir nessa época. Em todo caso, assim como Santorini, a beleza de Mykonos me surpreendeu. E a capital da ilha, Chora, também formada pelas casinhas brancas que parecem de glacê, é puro charme!

Como chegar: Fomos de barco pela companhia Hellenic Seaways. O percurso de Santorini a Mykonos leva aproximadamente 3 horas. O barco todo é extremamente confortável, mas pagamos pelo setor VIP que é um pouco mais agradável e menos cheio, já que o preço não era tão diferente do setor comum. A passagem saiu 65 euros para cada.

Quantos dias ficar: Três dias e meio. Também foi suficiente para ver tudo que tínhamos planejado. Mas, assim como Santorini, vale a pena ficar mais dias para conhecer a ilha com mais calma.

Principais atrações: Alugamos carro e quadriciclo todos os dias. É a melhor forma de conhecer as ilhas. Então rodamos de praia em praia para conhecer um pouco de cada uma. Entre elas: Paraga, Psarou, Paradise, Super Paradise, Kalafatis, Ornos e Kapari. Passeamos por Little Venice, vimos os Moinhos de Vento, passeamos por Chora, a capital da ilha e pelas ruas da antiga vila Ano Mera.

Onde ficar: Nos hospedamos na praia de Kalafatis, um pouco mais afastada do centro, já que a intenção era ficar um pouco longe do agito. A região é bacana para quem vai com a mesma intenção. E tinha um car rental bem ao lado do hotel, onde pegamos e devolvemos o carro facilmente.

Hotel: Anemoessa Boutique Hotel – http://www.anemoessa.com/

Toronto: 5 opções para comer bem na simpática metrópole canadense

Acredita-se que o nome “Toronto” se origina da palavra indígena que significa “lugar de encontro”. E a nomenclatura não poderia ser mais apropriada: a população de 2,8 milhões de habitantes é composta por uma grande porcentagem de imigrantes das mais diversas nacionalidades. Conhecer Toronto é conhecer o mundo todo em um só lugar. Passear entre os bairros de Chinatown, Little Italy, Little Portugal, Greektown, Little India e Little Poland é como ir de um país a outro em apenas alguns minutos. Todo esse mix generoso de culturas se reflete, é claro, na gastronomia. O resultado pode ser visto desde as barraquinhas do St. Lawrence Market até restaurantes sofisticados comandados por grandes chefs. É no St. Lawrence Market, aliás onde você pode aproveitar para comer, entre diversas iguarias, o tradicional Peameal Bacon Sandwich – prato mais típico da cidade feito com pão, bacon e outros ingredientes variáveis, como queijos e honey mustard.

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Bairro China Town em Toronto

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St. Lawrence Market

Além disso, a preocupação com o meio-ambiente é levada a sério entre os canadenses, inclusive na cozinha. Em sua grande maioria, os chefs procuram usar apenas ingredientes locais e da estação. Os menus são pensados e montados conforme o que há de disponível no país. Um exemplo a ser seguido, certo? E se a pedida for um lugar mais bacanudo ou com clima mais romântico, recomendo o restaurante Canoe, comandado por Anthony Walsh  e John Horne. O local combina a excelente comida com a vista espetacular sobre a cidade e a CN Tower. Aconselho ir para o jantar, pois a vista fica ainda mais bonita. Os pratos variam de 39 a 55 dólares canadenses.

Comidinhas e vista do restaurante Canoe
Comidinhas e vista do restaurante Canoe

Outro restaurante que tive a chance de conhecer foi o Nota Bene, que também é uma ótima opção para quem busca comida de alta qualidade, mas dessa vez em terra firme (e não lá nas alturas, como no Canoe). O ambiente em si não impressiona, mas o estabelecimento foi nomeado recentemente como o melhor novo restaurante da cidade pela revista Toronto Life & Air Canada’s Enroute. O Nota Bene fica naquele bairro descolado que citei no post anterior sobre Toronto, o West Queen West (veja aqui). Foi nesse restaurante que notei um fato interessante: os canadenses tem o hábito de comer queijos como sobremesa, portanto não se surpreenda se encontrar essa opção no menu ou ver alguém com uma tábua de queijos na mesa ao lado depois de já ter mandado ver no prato principal. PicMonkey Collage7 Enquanto isso, o Bosk Restaurant, do hotel Shangri-La, traz a expertise do chef Jean-Paul Lourdes e culinária de altíssima qualidade. Como fiquei hospedada no Shangri-La, aproveitei o café da manhã todos os dias. O “porridge” que eles fazem e o yogurte com granola são simplesmente os melhores que já comi. Vale a pena ir tanto para um brunch quanto para o almoço ou jantar. Para quem prefere um lugar mais descontraído a dica é o Mildred’s Temple Kitchen, que traz um cardápio bastante variado e contemporâneo, assim como sua decoração. Achei o lugar uma graça e a comida é aquela coisa mais descomplicada, mas simplesmente maravilhosa. Muitos dos pratos são feitos para dividir. O preço é melhor ainda. As porções vão de 6 a 14 dólares.

Irlanda: 6 pubs imperdíveis para conhecer em Dublin

Depois de quase dois anos vivendo na Irlanda, se tem algo que tive a chance de conhecer bem foram os pubs. Eles estão por todos os lados, em cada esquina, literalmente. Como diria o escritor irlandês James Joyce: “um bom quebra-cabeça seria atravessar Dublin sem passar por um pub”.

O tempo chuvoso, o vento forte e as temperaturas baixas da Irlanda talvez expliquem bem a forte cultura dos pubs. Aqui o sol parece não querer dar as caras e no verão o termômetro raramente ultrapassa os 20 graus, além de não durar mais do que algumas poucas semanas. O resto é inverno e haja cerveja para aguentar!

Sair de casa, portanto, não é tarefa fácil e acredito que por isso mesmo os pubs são, para os irlandeses, uma espécie de segunda casa. E você encontrará dentro deles pessoas de todas as idades. A palavra pub é, na verdade, uma abreviação de “public house” (casa pública). Não à toa eles estão abertos o dia todo e você talvez se surpreenda ao saber que poderá tomar um café da manhã (especialmente o tradicional “irish breakfast”), almoçar ou jantar em algum destes estabelecimentos, além de degustar uma cevada, claro.

Não há como conhecer a Irlanda sem entrar em algum desses estabelecimentos. Por isso fiz uma pequena lista com pubs imperdíveis de Dublin para quem estiver de visita. Entre eles, os mais tradicionais e também os mais inusitados da cidade.

Peça a sua “pint” (copo de cerveja de 500ml), sente-se numa mesa e brinde dizendo “Sláinte!” – “saúde” em gaélico, o dialeto irlandês.

O’Neill’s

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Este foi o primeiro pub que pisei logo que desembarquei na Irlanda. Escolha mais que certa, pois é até hoje um dos meus preferidos. Assim como muitos outros pubs da cidade, a fachada engana e ele é muito maior por dentro do que parece. O interior é um labirinto de mesas, balcões e escadas que levam a mezaninos e ambientes escondidos. A decoração é tradicionalmente irlandesa, com mesas de madeira, quadros variados nas paredes, luz baixa e mesas onde você pode servir sua própria cerveja, entre elas a famosa Guinness. Há ainda música irlandesa ao vivo todas as noites.

2 Suffolk Street, Dublin 2
+353 1 679 3656
http://www.oneillsbar.com/

The Bernard Shaw

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Nomeado em homenagem ao escritor irlandês Bernard Shaw, a grande atração é o ônibus dentro do próprio estabelecimento. O lugar possui uma área aberta com mesas e jogo de sinuca. A parte exterior é onde o ônibus está “estacionado”. Pegue uma carona no veículo e sente-se para pedir uma das pizzas servidas no local. Na parte de dentro, DJ’s animam as noites de fim de semana.

11-12 Richmond St S,
Dublin 2
+353 85 165 8406
https://www.facebook.com/thebernardshaw

The Brazen Head

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Inaugurado em 1198, este é nada menos que o pub mais antigo da Irlanda. A fachada remonta o charme do passado e os mais de 800 anos de história foram marcados pela presença de importantes nomes da literatura, como o já citado James Joyce. O pub conta com diversos ambientes, diferentes um do outro, e em um deles é possível curtir a música ao vivo. Animação garantida (adoro música irlandesa!)

Além das cervejas, aproveite para experimentar o “Seafood Chowder”, uma sopa de frutos do mar, que custa menos de 10 euros, ou um dos tradicionais pratos irlandeses. É bom estar com fome, pois os pratos em todos os pubs são sempre bem servidos.

20 Bridge Street Lower, Dublin 8
+353 1 677 9549

http://www.brazenhead.com/

Johnnie Foxie’s

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Situado no alto das montanhas, é também um dos mais antigos pubs da Irlanda. Foi inaugurado em 1798 e está a cerca de 30 minutos de carro de Dublin. O principal destaque do cardápio são os frutos do mar.

Quando fui estava com meu marido e pedimos o “Lover’s Platter”, um modesto prato de dois andares que serve duas pessoas, com variados tipo de frutos do mar – camarões, ostras, mexilões, siris e salmão defumado. O preço é 75 euros, mas há pratos a partir de 10 euros.  Também há música ao vivo todas as noites e, aos fins de semana, há apresentações durante a tarde, das 15h30 às 17h30.

Glencullen,

Co.Dublin

+353 1 295 5647

https://www.jfp.ie/

The Temple Bar

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Cartão postal de Dublin, este pub inaugurado em 1840 é parada obrigatória e localiza-se bem no meio da região que leva o mesmo nome. O bairro Temple Bar é palco da principal vida noturna da cidade.

A fachada vermelha e charmosa do pub The Temple Bar é ponto perfeito para uma foto e não faltarão turistas na frente do local com suas câmeras em ação. Já no interior, o ambiente é aconchegante, mas costuma estar sempre cheio. Programe-se para chegar cedo se quiser conseguir uma mesa. Música irlandesa ao vivo também anima as noites dos visitantes.

47/48 Temple Bar,

Dublin 2

+353 1 672 5286

http://www.thetemplebarpub.com/

The Porterhourse

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Também na região do Temple Bar, encontra-se o The Porterhouse, que serve apenas cervejas artesanais, de fabricação própria. Apesar de relativamente novo – aberto em 1996 – a decoração interna segue a linha dos pubs tradicionais ao longo dos seus quatro andares. Às quintas-feiras, bandas de rock se apresentam e atraem uma clientela mais jovem.

Na casa são produzidas 11 cervejas de diferentes estilos – Ale, Pale, Lager, Pilsner, entre outros. São elas: Plain Porter; Oyster Stout; Wrasslers 4X; Hop Head; Red; Dublin Pale Ale; An Brain Blásta; TSB; Temple Bräu; Hersbrucker e Chiller.

O The Porterhouse é uma rede e está presente em outros endereços na Irlanda, além de possuir uma unidade em Londres e outra em Nova York.

16/18 Parliament Street, Dublin 2
+353 1 679 8847
http://www.porterhousebrewco.com/

Roger La Grenouille: o melhor da cozinha francesa em pleno Saint Germain, em Paris

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Foto: página oficial do Facebook

Nada como visitar uma cidade tendo um nativo como guia. Isso, claro, se tiver a intenção de fugir um pouco do circuito “turistão” e descobrir lugares que só quem mora ali frequenta. Foi só assim mesmo para eu conhecer o restaurante Roger La Grenouille, em Paris. Dica de um parisiense (por acaso meu marido, voilà)! Quem conhece Paris sabe que fugir dos points turísticos não é tarefa fácil. Há lojas de souvenirs em cada esquina e turistas por todo lado – se estiver pelo centro, entre as principais atrações da cidade, possivelmente escutará mais línguas de outros países do que o próprio francês. Não à toa fiquei surpresa ao descobrir que este restaurante fica, na verdade, nos arredores de uma das regiões mais turísticas: Saint Germain, um dos bairros constitui o Quartier Latin. Mas, na afobação de ver tudo, a fachada discreta e modesta do Roger La Grenouille passa despercebida aos olhos de muitos pedestres – é preciso adentrar uma pequena viela para encontrar a porta de entrada. O preço dos pratos também pode ser uma razão para manter a razoável privacidade do lugar  – os pratos principais custam entre €16,90 a €35,00. Mas para quem está disposto a conhecer a verdadeira culinária francesa, vale cada centavo. IMG_0824 O estabelecimento está lá desde 1930 e, como o próprio nome “Grenouille” sugere, a especialidade são as rãs. Optamos pelo “Cuisses de Grenouilles à la Normande, Cidre, Crème fraiche et Pomme Fruit”. Prato grande €35,00 e prato pequeno €26.50. Se estiver com fome, não caia na armadilha de querer dividir o prato grande, pois ele serve, na verdade apenas uma pessoa. E como “quem está na chuva é para se molhar”, aproveitei a oportunidade para tomar coragem e experimentar o polêmico “escargot”. Era minha quarta vez na Cidade Luz e finalmente consegui encarar essa especialidade francesa, que em português nada mais é do que um caramujo (impressionante como soa menos elegante!). Após a primeira garfada, perdi o receio e, sim, tanto o escargot quanto a rã, são gostosos! Se você estiver de passagem por Paris, tem que experimentar pelo menos uma vez. IMG_0809 Carregando tradição no DNA, o ambiente do restaurante não poderia ser mais típico. Inúmeros quadros nas paredes e panelas penduradas no teto dão o charme sem tirar a sofisticação. O atendimento também foi muito bom. Recomendo! IMG_0828  

Serviço:

Endereço:  28 Rue des Grands Augustins, 75006 Paris, França (Estação metrô Odéon)

Tel.: +33 1 56 24 24 34

Horário de funcionamento: 

Segunda-feira: 19:00 às 23:00

Terça-feira: 12:00 às 14:00; 19:00 às 23:00

Quarta-feira: 12:00 às 14:00; 19:00 às 23:00

Quinta-feira: 12:00 às 14:00; 19:00 às 23:00

Sexta-feira: 12:00 às 14:00; 19:00 às 23:00

Sábado: 12:00 às 14:00; 19:00 às 23:00

Domingo: Fechado

Toronto: o que fazer na maior metrópole canadense

“Sorry for the weather” é talvez a frase mais comum que você irá ouvir de um canadense se visitar o país em dias gelados ou chuvosos. Mas o simples gesto resume bem a preocupação com os turistas e a receptividade desse povo: pessoas com uma simpatia e bom-humor surpreendentes, que, na minha opinião, superam até mesmo a tradicional fama hospitaleira dos brasileiros.

Situada no Lago Ontário no sudeste do país, Toronto é a maior cidade do Canadá e tem praticamente a mesma latitude que o nordeste da Califórnia, nos Estados Unidos, e Cannes, na França. Fui para lá pela Air Canada, que tem vôos diretos de duração média de 10 horas.

Apesar de estar colado nos Estados Unidos – a apenas 60 minutos de avião de Nova York – o Canadá, ao contrário do que muitos podem pensar, nada tem a ver com seu vizinho. As ruas de Toronto expressam um estilo de vida diferente e carregam um ar mais londrino (pode-se dizer), do que americano.

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Mas por trás da aparência sóbria dos edifícios de tijolos vermelhos e casas em estilo vitoriano, a capital da província de Ontário goza de intenso movimento cultural e entretenimento. Não por acaso a cidade chegou a ser eleita a quarta melhor do mundo para se ver e vivenciar a cultura. Museus importantes, peças de teatro, festivais, parques e bons restaurantes fazem parte do repertório.

Prova do agito cultural é o fato de que acontecem mais de mil festivais todos os anos, além dos mais de 125 museus espalhados pela cidade. Para os aficionados por cinema, há o TIFF International Fil Festival (abril), o Hot Docs Film Festival (abril), Toronto International Film Festival (setembro), entre outros. Já aos amantes da música, a dica é participar do Canadian Music Fest, do Beaches International Jazz Festival ou do TD Toronto Jazz Festival. Há opções culturais para todos os gostos.

Entre os museus, destaque para o Art Gallery of Ontario, um dos maiores na América do Norte e que em seus 54 mil m² apresenta um acervo de mais de 80 mil peças. Por lá é possível admirar obras de grandes artistas canadenses e internacionais, como Picasso e Monet. Outro importante museu é o Royal Ontario Museum, que por dentro de sua arquitetura futurista, traz exposições respeitáveis sobre arte, arqueologia e ciências de diversos períodos da história até a atualidade.

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Art Gallery of Ontario
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Por dentro da Art Gallery of Ontario

A arte também pode ser vista de forma mais despretensiosa no charmoso bairro de West Queen West. Recheado de galerias de arte, ateliês, lojinhas com produtos vintage e cafés descolados, este é o bairro dos artistas e intelectuais. É na região que se encontra o famoso hotel-boutique Gladstone, bem como o Drake Hotel, o queridinho de Johnny Depp quando se hospeda por lá. Muito mais que uma estadia, ambos reúnem exibições de arte por todos os lados, quartos decorados por grandes designers e espaço aconchegante para um café.

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Pelas ruas de West Queen West
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Bar do hotel e galeria de arte Gladstone
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Parede no bar do Drake Hotel
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Assim como a Torre Eiffel em Paris, é impossível passar por Toronto sem notar a gigantesca CN Tower, um dos principais pontos turísticos da cidade. O monumento, que durante anos foi o maior do mundo, surge ao longe com sua imponência a partir de diversos pontos da cidade. Do alto dele, entretanto, é a cidade que pode ser vista e apreciada de um mirante a 346 metros de altura – no total a construção alcança 553 metros.

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E se nas ruas do subúrbio as construções são tímidas, em downtown os edifícios são majestosos e modernos, com direito até a um todo folheado em ouro à la Dubai, que pertence ao Royal Bank of Canada.

No verão, os dias são bastante quentes e o calor humano dos canadenses se espalha pelas ruas. Já no inverno a temperatura pode chegar a -20. E aí não há casaco que agüente. Nessa época, o movimento migra para os sinuosos caminhos do “Path”, uma espécie de cidade subterrânea que mais se parece com um shopping. Por lá, diversas lojas e restaurantes com praça de alimentação garantem o aquecimento dos transeuntes e os faz esquecer o clima inóspito lá de cima.

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Resumindo: Toronto oferece de tudo um pouco e para todos os gostos e bolsos. Cada bairro de Toronto possui sua própria identidade e não faltam bons lugares para comer e lojas para fazer compras. É daquelas cidades que você mal conhece e já dá vontade de morar.

Um passeio que não fiz (porque era inverno), mas gostaria de ter feito durante minha estadia, é uma visita à Casa Loma. Lá os turistas podem visitar o majestoso castelo, com 98 suítes totalmente decoradas, um túnel de 244 metros, estábulos, passagens secretas e lindos jardins ao longo de cinco acres que ficam abertos de maio a outubro, entre a primavera e o verão. Quem tiver a chance de ir, me conte o que achou depois!

Bacio di Latte: o verdadeiro gelato italiano com ingredientes de qualidade

Unidade nova na Bela Cintra com varandinha agradável
Unidade nova na Bela Cintra com varandinha agradável

Até pouco tempo quase não se falava em gelato em São Paulo. O simples ‘sorvete’ bastava no nosso vocabulário. Mas bastou a Bacio di Latte aterrissar para a delícia italiana se firmar de vez em território brasileiro. Comandada pelo italiano Edoardo Tonolli e pelo escocês Nicholas Johnston, a gelateria abriu sua primeira unidade na Oscar Freire em 2011 e o sucesso foi tanto que hoje já possui mais quatro lojas.

Desde então ficou fácil descobrir que, embora ‘gelato’ seja apenas a palavra italiana para ‘sorvete’, essa versão aqui no Brasil remete a algo mais artesanal e, portanto, melhor.

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Mas por que tanto sucesso? Meu palpite é: custo X benefício. A qualidade dos gelatos não é brincadeira – sou suspeita para falar, pois virei fã na primeira colherada – mas, para se ter uma idéia, a avelã Trilobata vem de Langhe no Piemonte, na Itália; o chocolate vem da Bélgica; o pistache, de Bronte; e o limão vem da Sicília, na Itália. O leite tipo A é sempre fresquíssimo, enquanto o açúcar é orgânico.

Considerando tudo isso, os preços são bastante convidativos. Você paga R$ 8,00 pelo pote pequeno, R$ 10,00 pelo médio e R$ 12,00 pelo grande. Todos com direito a 3 sabores. Justo, né?

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E os sabores são dos mais variados: Stracciatella (Bacio de Latte com chocolate belga), Yogurt com amarena (cereja típica da Itália), Amaretto (amêndoas), Doce de Leite, Nutellina, Fragola (morango), Lamppone (framboesa) e Cioccolato Nerissimo (chocolate com blend de cacaus diferentes) são só alguns deles.

Minha quedinha é pelo trio de Gianduja crocante (chocolate com avelã), Nocciola Tonda Gentile (avelã) e Cremino (creme de leite com nutella). Imagine um Ferrero Rocher em forma de gelato. É isso!

Serviço:

Jardins:
Rua Oscar Freire, 136

Tel: (11) 3662-2573
 
Jardins:
Rua Bela Cintra, 1829
Tel: (11) 3063-3067
 
Moema:
Av. Rouxinol, 576
Tel: (11) 5093-9636
 
Vila Olímpia:
Shopping JK Iguatemi
Av. Presidente Juscelino Kubitchek, 2041
Tel: (11) 3152-6336

Morumbi:
Shopping Morumbi
Av. Roque Petroni Junior, 1089

Saiba como chegar ao Cristo Redentor no Corcovado: trem ou van?

Não há como pensar no Rio de Janeiro sem se lembrar do Cristo Redentor. Eleito uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo, o monumento possui 38 metros de altura e fica localizado no morro do Corcovado, no Parque Nacional da Tijuca. Antigamente era preciso vencer 220 degraus para chegar até o mirante, mas desde 2003 o acesso foi mecanizado com elevadores e escadas rolantes.

Mas aí vai uma dica do que não fazer quando você for conhecer o Cristo Redentor: programe-se antes para não ter que ir de van, como eu.

Se você está com viagem marcada para o Rio e pretende subir até o topo do Corcovado, saiba que há duas formas de chegar até lá, além do carro. A primeira, mais indicada e convencional, é pelo trenzinho, que leva os turistas de meia em meia hora. A segunda opção é mais “roots”, digamos assim, e serve para quem não teve tempo de se programar. As duas alternativas, entretanto, têm suas vantagens e desvantagens.

De trem:

Esta é, sem dúvida, a que oferece maior conforto. O ingresso custa R$ 46 e crianças de 6 a 12 anos pagam R$ 23. É possível comprá-lo diretamente na bilheteria, mas não é aconselhável, já que a estação está sempre cheia. O ideal, portanto, é comprar pela internet, onde você pagará uma taxa de conveniência de R$ 2. Mas compre o seu ticket antes mesmo de viajar, as vagas podem acabar.

A desvantagem é que, comprando com antecedência, nunca se sabe ao certo como estarão as condições climáticas. E a má notícia é que eles não devolvem o dinheiro em caso de chuva. Por isso, consulte a previsão do tempo pela internet antes de fazer a compra.

De van:

Foi essa a péssima escolha que fiz. Quando cheguei a estação Cosme Velho só havia passagens de trem para as 17h30, quando o sol já estaria indo embora. Como não tínha muito tempo na cidade, decidi embarcar em uma das vans que um pessoal oferece incansavelmente logo na entrada e custam R$ 20. Achei que tinha tirado a sorte grande, pois as vans já estavam de saída. O trajeto até o topo, entretanto, não é nada agradável. Cheio de curvas fechadas, por onde os motoristas passam sem o menor cuidado e frequentemente quase se chocam com as que estão descendo. Não é uma boa idéia para quem enjoa facilmente. E chegar lá em cima são e salvo só pode ser mesmo um milagre! Rs..

Para piorar, é preciso fazer uma parada no meio do trajeto para comprar a entrada de R$ 31,36 para ter acesso ao Cristo Redentor.  O problema é a fila quilométrica para comprar o ingresso e a outra fila, mais quilométrica ainda, para entrar novamente em uma das vans e subir rumo ao destino final. Se não for possível programar-se com antecedência e esta for sua única opção, sugiro que você fique na fila da segunda van enquanto outra pessoa fica na fila dos ingressos, que costuma ir mais rápido. Assim é dá para ganhar (um pouco) de tempo.

Há ainda a possibilidade de pegar uma van (Van Largo do Machado) diretamente do Largo Machado pelo valor de R$ 49 na alta temporada e R$ 39 em baixa temporada. Ambas possuem ingressos disponíveis para compra na internet.

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Dicas importantes:

– Não deixe para comer lá em cima. Há apenas duas lanchonetes, de péssima qualidade, e com lanches que custam o olho da cara.

– Mesmo que o dia esteja aberto e ensolarado, lá no alto o clima é imprevisível e a presença de nuvens podem acabar estragando a maravilhosa vista sobre a cidade. Foi exatamente o que aconteceu durante minha visita. A sorte que sou persistente e tinha certeza de que o tempo iria melhorar. Não deu outra, esperei umas duas horas as nuvens começaram a ir embora para dar lugar a belíssima vista sobre a cidade. Por isso, se lá debaixo o céu estiver azul, mas houver nuvens no mirante, tenha paciência e aguarde, pois a qualquer momento elas podem ir embora e então sua visita valerá a pena.

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Nuvens bloqueando toda a vista sobre a cidade

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Quando as nuvens começaram a ir embora (Ufa!)

E finalmente o tempo abriu
E finalmente o tempo abriu

Como chegar até a estação:

Rua Cosme Velho, 513.

Dali parte tanto o trem, quanto as vans. Dependendo de que região você estiver hospedado, há ônibus direto até o Corcovado. Quem vai de metrô deve descer na estação Largo Machado e pegar um ônibus até a estação Cosme Velho, ou ir direto com a van Largo do Machado até o topo.

Mais informações:

http://www.corcovado.com.br

http://www.parquedatijuca.com.br/corcovado/